sábado, 8 de agosto de 2009

Ações de Marketing

Colocar em prática tudo o que foi planejado é um desafio para algumas empresas, faz com que suas estratégias elaboradas tenham uma flexibilidade muito maior e possam adaptar-se ao momento que o mercado vive, trazendo com isso a necessidade de estudar cada vez mais profundamente todas as variáveis que possam existir.Muitas empresas ainda utilizam-se de planejamentos anuais para traçar o rumo da organização, definindo claramente os objetivos a serem conquistados, por outro lado não podem limitar-se a conhecer somente o que está contido no planejamento, deve-se estar atento ao mercado e sua constante evolução.
A evolução tecnológica traz vantagens àqueles que conseguem utilizar-se das ferramentas da maneira mais adequada, trazendo o conhecimento para dentro da organização e compartilhando-o com todos os seus colaboradores.As ações devem ser revistas constantemente, para que não existam surpresas no decorrer do tempo estimado para chegar ao ponto definido anteriormente.Cada vez mais são requisitados pontos que farão a diferença nas ações de uma empresa no mercado, como:

Conhecimento: a base de todo o planejamento é obtido quando todas variáveis são conhecidas, estudadas e as soluções para eventuais reações dos concorrentes são previstas de forma clara e objetiva;
Informação: ter em mãos dados não transforma uma organização em melhor que os concorrentes, esses dados devem passar por um filtro, somente o que é necessário e relevante deve ser usado, pois o número de dados coletados por uma organização é praticamente infinito;
Foco: uma organização deve trabalhar com um ponto único, direcionar todas as estratégias para que seja mais fácil atingir os objetivos traçados no planejamento;
Limites: não há como atender a totalidade do mercado, deve-se ter uma Segmentação de mercado para que a empresa possa manter o foco, as informações sejam coletadas e o conhecimento seja obtido, facilitando as alterações necessárias durante a execução da campanha;
Posicionamento: a forma como a empresa posiciona-se no mercado pode variar de acordo com o local onde a empresa encontra-se, um Posicionamento usado no Brasil não é o mesmo usado em Portugal, como também pode-se notar que em Curitiba e São Paulo são usados posicionamentos diferentes, por meio de Publicidade ou Propaganda o público-alvo percebe essa diferença;
Oportunidades: estudar constantemente o mercado leva a descobrir oportunidades, novas aplicações para um produto e compreender melhor o que o consumidor deseja, mesmo em uma Pesquisa informal são reconhecidas as oportunidades de mercado;
Ameaças: conhecendo melhor o mercado, têm-se em mãos dados que podem apontar concorrentes mais fortes, o fim do ciclo de vida de produtos e outros fatores que, em certos casos, não são controlados pela organização.

Cada organização deve buscar no mercado as informações que necessita, para que com o conhecimento adquirido tenha chances de permanecer viva.Em um mundo globalizado e que pode eliminar algumas barreiras, deve-se estar atento para as mudanças e avanços tecnológicos constantes, o conhecimento é fundamental para a excelência e traz a vantagem competitiva para quem souber utilizar corretamente os investimentos realizados.Também pode-se perceber que o consumidor, mais exigente atualmente, define o sucesso de uma organização, baseando-se em suas ações e na forma como essa empresa se apresenta no mercado perante a concorrência.As diferenças sempre existirão, devem ser usadas em favor das empresas pelos profissionais de Marketing para que não haja um conflito entre a imagem criada pelo consumidor e a realidade da organização no mercado, o que leva a compreender a necessidade de compartilhar cada vez mais a Informação e dedicar-se continuamente aos estudos e aprendizados que o mercado proporciona para todos.
Por Rafael Mauricio Menshhein
Retirado do Portal de Marketing

Características e Mitos osbre o SEO

Temos lido bastante sobre algo que teoricamente é mágico e difícil de entender, mas que na verdade tem uma ciência por trás, o funcionamento do Google.
Mais importante do que qualquer técnica, o Google faz o máximo para mostrar sites que sejam relevantes para a busca do usuário. Portanto, assim como para ganhar dinheiro você precisa fazer o bem, para aparecer bem no Google é a mesma coisa. Vou explicar melhor o funcionamento básico e recomendarei alguns links para uma leitura mais aprofundada.

Existem 2 principais fatores que influenciarão na sua posição.

Pagerank: Cada página que linka para a sua dá um voto de confiança para o Google dizendo que sua página é relevante. Páginas mais votadas, tem um maior Pagerank e páginas com maior Pagerank tem votos com maior peso. Ou seja, é diferente você ter um link pra sua página vindo do Globo.com de ter um link do blog do seu vizinho.

Relevância do conteúdo: Além do número de links, a sua estrutura “amigável” ao usuário fará o Google te dar melhores posições. Existe uma série de fatores técnicos que pode fazer seu site ter uma melhor colocação, mas tenha sempre em mente que todos esses fatores servem para seu usuário ter uma experiência relevante quanto entrar no site.

Infelizmente como o mundo não é feito apenas de pessoas boazinhas, algumas pessoas altamente ingênuas tentam enganar o Google criando links para seus sites em lugares irrelevantes, copiando conteúdos de outros sites, enchendo de palavras chave sem relevância, etc. Obviamente o Google consegue perceber esse tipo de trapaça e pode facilmente retirar seu site do sistema de busca se detectar alguma irregularidade.

O Google não chegou aonde chegou por sorte, tentar enganar os caras que revolucionaram a internet mundial não é muito esperto.
Para auxiliar as empresas nessa área, existem empresas chamadas empresas de Search Engine Optimization (SEO). Basicamente o que elas fazem é aumentar o número de links para as páginas através de fóruns de discussão, comentários em blogs, etc. e alterar a estrutura do site para ele ser mais “amigável”. Pessoalmente sou a favor da contratação de empresas de SEO, já que aparecer no Google pode te trazer ótimos resultados, mas é necessário tomar alguns cuidados para contratar uma empresa que seja realmente confiável e traga bons resultados.

Millor Machado

Retirado do Blog Saia do Lugar - Todos os Direitos Reservados

Varejo Online no Brasil

Segundo dados da E-bit, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$8,2 bilhões em 2009, um aumento de 30% em relação a 2007. Para 2009, há projeções que essa movimentação ultrapasse os R$12,6 bilhões, mesmo diante de um cenário econômico instável.
Empresas como Extra, Casas Bahia e Ponto Frio vão tentando alcançar a líder B2W, que tem nada mais nada menos que Submarino e Americanas.com.

A empresa Casas Bahia vem com tudo para o e-commerce, e espera faturar já em 2009, cerca de R$280 milhões, o que representa cerca de 2% da sua receita total. E ainda existem ambições maiores, alcançar dentro de 10 anos 20% do comércio eletrônico. Mas vale ressaltar que as Casas Bahia encontrarão muitas dificuldades, pois seu público-alvo é a Classe C, e no comércio eletrônico ainda prevalecem as classes A e B. Como ela irá parcelar as vendas de seus produtos nos carnês pela Internet?

No e-commerce, quando os serviços e produtos são semelhantes, ganha a melhor estratégia de Marketing associada ao preço. Está ai então outro grande problema das Casas Bahia. Seu forte nunca foi o preço, e sim os parcelamentos nos carnê a perder de vista, lucrando com os juros altíssimos.
Só para confirmar o verdadeiro resultado do E-commerce no Brasil, confira o aumentos das vendas de 2007 em relação a 2008 nos 3 grandes pilares:

Magazine Luiza => 56%
Ponto Frio => 19,8%
B2W => 36,4%


Diante desse cenário de aumentos, o micro-empreendedor brasileiro vem chegando neste ramo. Agora a pergunta: “As novas Lojas virtuais, que vem sendo criadas em números bastantes expressivos todos os dias, irão abocanhar parcelas do mercado das grandes como B2W?

Jorge Willian S. Cardozo

Mercados Inexplorados na Internet

Eis uma grande chance a aqueles que querem realmente investir em novos mercados.
O varejo online parece que vêm tomando conta das compras dos brasileiros. Sites como de vendas de livros, eletrônicos, cosméticos, etc. já correspondem a grande aglomeração de empresários. Mas será que já não há demanda para outros setores?
Você já pensou em vender pão quentinho na internet? Parece uma idéia absurda, pos seu público-alvo estaria reduzido a um pequeno grupo de pessoas de um bairro, mas não é tão absurdo assim se pensarmos que há poucos anos atrás a internet era vista como uma ferramenta para pouquíssimas pessoas no mundo. Foi assim também com o computador e a televisão, a sociedade “culta” da época, dizia que eram coisas absurdas, que não existiriam em pouco mais de 5 casas. Nem preciso comentar sobre essa afirmação deles.

Acompanhe o gráfico do varejo online no Brasil:



Mas agora, calma! Não são esses dados que te irão dizer que deve abrir uma loja virtual quanto antes. Existem diversos outros fatores que devem ser analisados com calma.

Por exemplo: Por que esses mercados ainda não estão na grande rede de computadores? Será que este público consumidor está na internet? Quais são os riscos/benefícios que posso ter "inaugurando" um produto?

Posso afirmar, que se bem traçado um plano de negócios, com estrutura e auto-crítica, tem tudo para dar certo. Acredite no seu potencial!

Jorge Willian S. Cardozo